
Amada exclusividade, me ensinaste a ser especial escondendo meu lado banal.
Amada exclusividade, me presenteaste com diferenciais que fogem do usual.
Amada exclusividade, me fizeste acreditar que é possível ser diferente sem perder a diferença...
Amada exclusividade, me ofereceste amor incondicional, mas as pessoas acham isso tão insosso e radical...
Mas porque, por que me abandonaste?
O que eu fiz para merecer tal penitência? Fui imprudente, negligente, faltei com o nosso trato de conivência?
Já sei! As topadas me fizeram descrente das minhas investidas. Perdi o encanto pelas pessoas e acredito que tenha perdido o meu encanto também... O medo das pessoas em investir no amor me fatiga! Quero um amor nutritivo e calórico!
Mas por que me abandonaste? Você ainda não me respondeu!
Talvez tenha sido presunçoso demais em querer um amor puro só pra mim e, no desespero de querer tê-lo, me desfiz do meu bem maior: O meu próprio amor!
Acreditar que nos dias tecnológicos e espaçados de hoje exista amor, é algo para uma inteligência superior estudar.
Será que os alienígenas também amam?
Sinto sua falta, amada exclusividade! Foi-se embora sem deixar “post it” na geladeira ou guardanapo escrito na penteadeira.
Sendo muito claro, eu cansei das pessoas de alma dupla e dos antagonismos da nossa sociedade como, por exemplo:
- Nos doutrinaram para sermos livres, mas se somos livres, por que não temos o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir?
- Se o tempo está claramente reparticionado em passado, presente e futuro, por que as pessoas (em sua vasta quantidade) julgam o passado como o “melhor do que foi”, o presente como o “pior do que é” e o futuro como o “melhor do que será”?
- É possível traçar alguma peculiaridade entre a ingenuidade e a maturidade? Quando crianças (ingênuos) queremos ser maduros, na idade adulta adquirimos maturidade e com ela a frustração em descobrir que os bons corações falecem sem honras ao mérito, sem estátuas erguidas em prol dessa luta incansável contra o desprezo e o descaso humano.
- Por que os rostos inóspitos forjando um sentimento possuem mais esplendor e marketing do que uma alma transparente e de peito aberto sem medo dos tropeços e da vulnerabilidade?
O ser humano é uma experiência que não deu certo! Descreveria tantos mais motivos que me levariam até uma “Super Nova” só com minhas frases.
Entretanto, minha amada exclusividade, não te inundareis de impropérios e das falhas adjacentes da nossa humanidade, nossos erros e idiotices são tão vastos quanto o Universo multiplicado duplicadamente. Eu simplesmente cansei!
Se não foi pela falta do não precisar dizer, se não foi pelo excesso do fazer bem e pelos tópicos citados acima... Então me digas: por que me abandonaste?
Hmmmm, entendi a brincadeira, captei a charada...
A tonificação da nossa curiosidade nos impulsiona a ir mais adiante, por isso a humanidade precisa muito mais de perguntas do que de respostas.
Ficarei no vão dessa incógnita. Melhor ler um livro e espairecer!
Amada exclusividade, me presenteaste com diferenciais que fogem do usual.
Amada exclusividade, me fizeste acreditar que é possível ser diferente sem perder a diferença...
Amada exclusividade, me ofereceste amor incondicional, mas as pessoas acham isso tão insosso e radical...
Mas porque, por que me abandonaste?
O que eu fiz para merecer tal penitência? Fui imprudente, negligente, faltei com o nosso trato de conivência?
Já sei! As topadas me fizeram descrente das minhas investidas. Perdi o encanto pelas pessoas e acredito que tenha perdido o meu encanto também... O medo das pessoas em investir no amor me fatiga! Quero um amor nutritivo e calórico!
Mas por que me abandonaste? Você ainda não me respondeu!
Talvez tenha sido presunçoso demais em querer um amor puro só pra mim e, no desespero de querer tê-lo, me desfiz do meu bem maior: O meu próprio amor!
Acreditar que nos dias tecnológicos e espaçados de hoje exista amor, é algo para uma inteligência superior estudar.
Será que os alienígenas também amam?
Sinto sua falta, amada exclusividade! Foi-se embora sem deixar “post it” na geladeira ou guardanapo escrito na penteadeira.
Sendo muito claro, eu cansei das pessoas de alma dupla e dos antagonismos da nossa sociedade como, por exemplo:
- Nos doutrinaram para sermos livres, mas se somos livres, por que não temos o direito de dizer às outras pessoas o que elas não querem ouvir?
- Se o tempo está claramente reparticionado em passado, presente e futuro, por que as pessoas (em sua vasta quantidade) julgam o passado como o “melhor do que foi”, o presente como o “pior do que é” e o futuro como o “melhor do que será”?
- É possível traçar alguma peculiaridade entre a ingenuidade e a maturidade? Quando crianças (ingênuos) queremos ser maduros, na idade adulta adquirimos maturidade e com ela a frustração em descobrir que os bons corações falecem sem honras ao mérito, sem estátuas erguidas em prol dessa luta incansável contra o desprezo e o descaso humano.
- Por que os rostos inóspitos forjando um sentimento possuem mais esplendor e marketing do que uma alma transparente e de peito aberto sem medo dos tropeços e da vulnerabilidade?
O ser humano é uma experiência que não deu certo! Descreveria tantos mais motivos que me levariam até uma “Super Nova” só com minhas frases.
Entretanto, minha amada exclusividade, não te inundareis de impropérios e das falhas adjacentes da nossa humanidade, nossos erros e idiotices são tão vastos quanto o Universo multiplicado duplicadamente. Eu simplesmente cansei!
Se não foi pela falta do não precisar dizer, se não foi pelo excesso do fazer bem e pelos tópicos citados acima... Então me digas: por que me abandonaste?
Hmmmm, entendi a brincadeira, captei a charada...
A tonificação da nossa curiosidade nos impulsiona a ir mais adiante, por isso a humanidade precisa muito mais de perguntas do que de respostas.
Ficarei no vão dessa incógnita. Melhor ler um livro e espairecer!